terça-feira, 30 de novembro de 2010

Dezembro, venha


É muito bom acordar e ver o sol típico de dezembro na janela, aquele ventinho fresco e aquele calor natalino.
Amanhã já é dezembro. Sim, é mês do meu aniversário, é Natal, é o último mês do ano.
Acho dezembro um mês mágico. Dezembro entra cheio de emoções, cheiros e sabores. É o mês mais carregado de sensações de todos os doze. Além de vir carregado do sentimento de dever cumprido do ano que termina.
Converse com qualquer pessoa e pergunte o que é dezembro para ela, você ouvirá respostas como família, rabanada, frutos do mar, carnes, praia, presentes, sol, Papai Noel. E é aí que percebemos que este não é um mês como outro qualquer.
Bem, quem me conhece sabe que eu nunca gostei muito do Natal, mas este ano isso mudou, afinal, eu estou viva, minha gente. Este Natal será lindo, a passagem de ano será perfeita, e o meu aniversário então...
Dezembro e contagem regressiva caminham juntos. No dia 1 de dezembro penso que faltam 14 dias para meu aniversário, 25 para o Natal e 31 para o próximo ano. Ahhh também tem as festas de confraternização e amigo secreto (que eu nunca gostei muito, confesso).
Muitas atividades, muitos afazeres, muita gente para encontrar, muito abraço para dar (também não sou a favor de abraçar todo mundo por aí desejando feliz Natal, mas...sempre digo sintam-se abraçados).
E é verão. A estação mais linda, mais quente e mais cheia de energia de todas, a estação em que o mundo fica mais colorido, as ruas ficam cheias de gente, as roupas são lindas e leves, e o mar... ele pode virar a nossa casa, dá vontade de aproveitar a natureza e dá vontade de se cuidar, cuidar do corpo, se bronzear. Essa também é uma ótima época para os solteiros,vamos falar a verdade.
Bom, vamos brindar dezembro e com um lindo sorriso receber o melhor de todos os meses. Vamos viver intensamente o calor, o clima de festa, de alegria, vamos sentir intensamente todos os sabores e todos os cheiros. Vamos brindar a cada oportunidade e aproveitar muito.
Um beijo e um brinde!                                                                                     

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Raciocínio matemático para a vida

Quem dera nossa vida fosse como a matemática, cada número é aquilo e pronto.
Com os nossos pensamentos e sentimentos poderia ser assim... Na hora em que chegássemos à conclusão de que aquilo não era bom para a nossa vida, seria só subtrair de nós mesmos e aí não sobraria porcentagem nenhuma para trazer de volta recordações e lembranças.
Se tudo fosse como os números, tudo seria objetivo, mais fácil e rápido de resolver.
Os problemas matemáticos têm sempre uma solução correta, então você sabe aonde quer chegar toda vez que tenta resolvê-los. Você sabe que existe certo e errado. Então, se a vida fosse assim, talvez fosse menos emocionante, mas com certeza seria mais prática. Faríamos o certo. É... talvez ela perdesse a graça... É que alguns gostam mais do óbvio, para esses seria bom, mas eu não gosto.
Conheço pessoas com o raciocínio matemático para a vida. Essas pessoas parecem nunca ter dúvida do que fazer. Elas arriscam menos porque dizem saber o que vai dar certo e o que vai dar errado “tá na cara”.
E aí, vamos pensar que você viva determinada situação que não te faça cem por cento realizado, feliz, amado ou amante, mas por n motivos (como dizem os que gostam de números) te dão segurança e te garantem um futuro feliz, típico dos finais de novela . Arriscar? Enfrentar? Não! Esse é o medo dessas pessoas e aí elas não largam a situação.
Talvez alguns chamem esse pensamento de pensamento lógico. Mas aí está a chave que eu desligaria nessas pessoas. São pessoas que acham lógica em tudo, até no que não precisa de lógica. É  então deixamos de viver um grande amor, fazer uma grande viagem, comer até passar mal, gastar dinheiro com a felicidade que o dinheiro pode comprar, telefonar para dizer que ama no meio da noite. Todas essas são coisas que marcam vidas, são inesquecíveis.
Não achar nunca a resposta talvez seja o maior incentivo de sempre buscar a felicidade.